Encontrar telemóvel perdido — ou a pessoa que o tem
Três problemas muito diferentes trazem pessoas a esta página e só um deles é nosso. Dizemos-lhe com franqueza qual é o seu — incluindo quando a resposta é fechar este separador.
Se a pessoa tem o telemóvel consigo e lhe pode responder
Numa emergência, ou se o que se perdeu foi o aparelho, esta não é a ferramenta certa: as duas situações abaixo explicam o que fazer em vez disto.
Qual destas é a sua situação?
A resposta muda por completo consoante quem tem o telemóvel na mão.
Ligue primeiro para a emergência
Eles podem obrigar um operador a localizar um aparelho sem que ninguém toque em nada. A NumLocate precisa de uma pessoa que leia uma mensagem e responda, e quem está mesmo em apuros é muitas vezes precisamente quem não consegue.
Tenha isto à mão antes de ligar
- O númeroO telemóvel dela e o operador, se souber qual é
- Último contactoQuando foi e o que foi dito
- DireçãoPara onde ia, com quem, como estava vestida
- UrgênciaDoenças, medicação, ameaças recentes
- A chamadaToca sem atender, cai no atendedor ou está inacessível: isso diz-lhes se ainda tem bateria
Enquanto espera
Não fique à espera de que alguém leia um pedido de autorização. Se isto acabar por ser muito menos grave do que pareceu, esta página continuará aqui depois.
Um telemóvel perdido não tem quem responda por ele
A NumLocate funciona perguntando a quem tem o telemóvel. Um aparelho esquecido num táxi não tem a quem perguntar. Use a ferramenta que já vem no aparelho: não precisa da autorização de ninguém, porque o telemóvel é seu.
Leia primeiro o mapa, não o pânico
Tem bateria e rede
É recuperável. Faça tocar no volume máximo: funciona mesmo que o aparelho estivesse em silêncio.
Foi aí que ficou offline
Aquele ponto é onde se desligou, não onde está. Alguns aparelhos continuam a ser encontrados através dos dispositivos por perto, por isso volte a ver daqui a uma hora antes de desistir.
Se está perdido de vez, a ordem conta
- Conta do aparelho
Marcar como perdido: bloqueia o ecrã, mostra uma mensagem de contacto e mantém a conta associada, para que não seja revendido limpo.
- Operador
Pedir o bloqueio do cartão e do IMEI, para que as redes do país recusem o próprio aparelho.
- Palavras-passe
Mude primeiro a conta em que o telemóvel tinha sessão iniciada, depois o email, depois o banco.
- Polícia
Apresente queixa. As seguradoras exigem-na, e um IMEI bloqueado só é pesquisável depois de ficar registado.
- Só no fim
Apagar à distância — por último, porque na maioria dos telemóveis apagar acaba também com a sua capacidade de o ver.
Vão bloquear o número e o aparelho. O que não fazem é dar a posição de um telemóvel a um particular, nem sequer ao dono: esse pedido tem de chegar da polícia.
Pergunte, e tem a resposta em segundos
Uma filha que já devia ter chegado há uma hora. Um amigo algures no meio de um festival. Um estafeta que jura estar à porta. A pessoa tem o telemóvel consigo e consegue ler uma mensagem.
Vê quem está a perguntar e pode dizer que não.
Entre o seu pedido e o ponto dela no mapa
- Você
Escreve o número de telemóvel. Sem nome, e sem qualquer conta para a outra pessoa.
- Ela
Chega-lhe uma mensagem curta a dizer quem está a perguntar e para quê.
- Ela
Lê o pedido em linguagem simples, com uma forma evidente de recusar.
- O telemóvel dela
Se aceitar, é o próprio aparelho que pede a autorização: o mesmo aviso que a aplicação de mapas usa.
- Você
A posição aparece no seu mapa e vai-se atualizando enquanto ela deixar a partilha ligada.
- Ela, quando quiser
Um toque termina tudo. No telemóvel dela não fica nada.
Se não voltar nada, o silêncio significa uma de três coisas
Não lhe conseguimos dizer qual das três foi — e um serviço que garanta consegui-lo inventou a diferença. Ligar uma vez costuma ser a maneira mais rápida de saber.
O que custa à pessoa a quem pergunta
Vê o que o telemóvel dela vê: metros na rua, dentro de um edifício mais o prédio do que a sala, e em pleno campo a largura de uma aldeia.
Porque é que “localizar qualquer número grátis” nunca funciona
Os resultados de pesquisa estão cheios de sites que oferecem a posição de qualquer telemóvel só a partir do número, na hora e sem pagar. Não conseguem fazê-lo. Um número não é um lugar, e nenhum registo público liga um ao outro: o que essas páginas recolhem é o seu número, o seu email ou os dados de um cartão para um período experimental que se vai esquecer de cancelar.
Um número só pode ser localizado quando o próprio telemóvel responde. Todo o resto é a conta do fabricante em nome do dono, ou a polícia com um pedido ao operador. Quem vende um terceiro caminho vende a crença de que ele existe.
Quatro coisas que nos pedem e não fazemos
Chegam com frequência suficiente para ser mais correto respondê-las aqui do que uma a uma.
Localizar um telemóvel sem avisar o dono
É a base de todo o desenho, não uma funcionalidade que ainda falta. Um pedido que pudesse ser escondido deixaria quem lê esta página exposto a quem o encontrasse a seguir.
Dizer-lhe de quem é um número
Não há pesquisa de nome, nem lista inversa, nem base de dados de quem liga. Localizar com consentimento é um negócio diferente do da identidade, e no segundo não estamos.
Localizar alguém que já recusou
Um pedido recusado é uma decisão, não um obstáculo. Não existe um segundo caminho para o contornar — nem para si, nem para quem nos pagasse mais.
Entregar uma posição a terceiros
Pertence a quem a partilhou, com quem a partilhou. Não vendemos dados de localização, e nenhum papel muda esta resposta.