Faz parte de como a NumLocate localiza um telemóvel pelo número Pesquisar número

De quem é este número? O que os algarismos dizem mesmo

Escreva um número de telefone e descodificamos o que os próprios algarismos provam — país que o atribuiu, zona, tipo de linha e o operador a quem o bloco foi entregue. Com a mesma clareza dizemos aquilo que algarismos nunca provam.

Descodificado no seu navegador. O número não nos é enviado, não é guardado nem é procurado em nenhuma base de dados.

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Nenhuma
Nome do titular
Nunca mostrado
O resultado

O que os algarismos entregam

Cada linha abaixo vem da estrutura do próprio número — do plano de numeração internacional, não de um ficheiro comprado.

+351 21 123 4567 Formato válido

Tudo o que está acima vem do próprio número. Nada disso identifica uma pessoa.

Se é alguém que conhece e o telemóvel dele lhe pode responder

Uma mensagem, enviada uma vez. Toca para partilhar a posição ou fecha-a.

Experimente:
Quanto se pode confiar

Cada campo, e com que frequência mente

Um resultado só serve se souber que linhas se aguentam. Com duas destas vale a pena discordar.

CampoO que provaAguenta-se?
País

O país cujo regulador atribuiu o bloco de numeração. É distribuído pela UIT e é praticamente permanente.

Sólido
Tipo de linha

Se o bloco foi reservado para telemóvel, linha fixa ou serviços de valor acrescentado. Um número VoIP pode apresentar-se como qualquer um deles.

Exceto VoIP
Zona

Numa linha fixa, a central a que o número pertence — um sítio real. Num telemóvel não há zona nenhuma codificada, esteja o aparelho onde estiver.

Só linhas fixas
Operador

O operador a quem o bloco foi atribuído inicialmente. A portabilidade deixa o cliente levar o número para um concorrente sem que o bloco o siga, por isso um número atribuído a uma rede é habitualmente servido por outra.

Muitas vezes errado
Formato

Se o número de algarismos e o indicativo são válidos no plano desse país. Apanha gralhas e números inventados.

Sólido
Titular

Nada. Um número de telefone é um endereço numa rede, não um nome. Nenhuma combinação destes algarismos contém a pessoa que tem o aparelho na mão.

Não está no número
A parte incómoda

Porque é que a «pesquisa inversa grátis» acaba num pagamento

Já conhece o padrão: uma caixa de pesquisa, uma roda a girar, um mapa, um promissor «1 registo encontrado» e depois o formulário do cartão. Eis o que está por trás.

A premissa

Um número não é um registo público

Em grande parte da Europa não existe uma lista pública que ligue telemóveis a pessoas. Os registos existem onde alguém pediu para constar, e num telemóvel quase ninguém o pede.

Ou seja, a pesquisa que responderia à sua pergunta não tem onde procurar.

O acervo

O que os sites pagos têm mesmo

Listas de marketing, listas telefónicas antigas copiadas e dados transacionados depois de fugas. São dados reais, e já foram verdadeiros.

O defeito é a idade. Um nome ligado a um número em 2019 diz-lhe quem o tinha na altura, não quem lhe ligou ontem à noite.

A nossa posição

Porque não lhe vendemos um nome

Não temos essa base de dados. Podíamos comprá-la e a resposta não ficaria mais verdadeira — apenas chegaria com mais confiança agarrada.

O que fazemos em vez disso é a coisa mais lenta aqui em baixo: perguntar ao aparelho e deixar decidir quem o tem.

O único caminho honesto

Para passar dos algarismos, é preciso perguntar

Três passos, por ordem, e o do meio não está nas nossas mãos.

PASSO 01

Envia um pedido

Enviamos ao número uma única mensagem a dizer quem pergunta e para quê. Nada para instalar, nada que fique a correr depois.

PASSO 02

A pessoa decide

Abre-a e toca para partilhar a posição, ou fecha-a. As duas coisas são respostas, e não temos voto na que lhe chega.

PASSO 03

Veem os dois o mesmo ponto

Se partilhou, a posição aparece num mapa para ambos. Uma leitura, feita uma vez, visível também para quem a enviou.

O que isto não faz: não lhe dá o nome, não funciona num telemóvel que fica calado e não pode ser usado sem a pessoa saber — a mensagem é todo o mecanismo. Se precisa de um nome associado a um número para um processo, esse pedido vai para o operador através de um tribunal, não para nós.

Perguntam-nos sempre

Perguntas que o motor de busca nos manda

Existe uma pesquisa inversa mesmo gratuita?

Para a estrutura — país, tipo de linha, zona, formato — sim, e está nesta página sem pagar nem criar conta. Para um nome, não. Os sites que o prometem são gratuitos exatamente até ao momento em que o nome apareceria.

Como descubro quem me acabou de ligar?

Comece pelo próprio número: um indicativo de fixo dá-lhe a localidade, um de valor acrescentado diz-lhe que não vale a pena devolver a chamada. Depois procure o número entre aspas — as chamadas incomodativas são denunciadas em fóruns, e isso é conhecimento coletivo verdadeiro e não uma base de dados. Se lhe importar o suficiente, ligue de volta de um número que não se importe de mostrar, ou envie o nosso pedido e veja se responde.

O resultado indicou um operador. É o dele?

Provavelmente não. É o operador a quem o bloco foi atribuído, e a portabilidade há anos que muda números entre empresas sem mudar o bloco. Leia essa linha como um facto histórico sobre o número, não como um facto atual sobre a pessoa.

Não basta procurar o número no Google?

Vale a pena, e em números de spam ganha à maior parte das ferramentas pagas. Funciona quando o número foi publicado algures: um anúncio, a página de uma empresa, um tópico de denúncia de burlas. Num telemóvel privado vulgar não encontra nada.

É legal pesquisar um número?

Ler a estrutura de um número não vasculha os dados de ninguém, por isso aí não se levanta a questão. Pedir a uma pessoa que partilhe a posição é lícito porque lhe é pedido e ela pode recusar. O que a lei censura é obter a posição sem que a pessoa saiba, e foi precisamente isso que decidimos não construir.

Os algarismos estão lidos. Agora pergunte ao aparelho.

Já sabe o país, o tipo de linha e a zona. O resto só o pode dar quem o tem na mão.